Armazém de bagagem

Ao chegar à Hospedaria, a primeira parada de imigrantes e migrantes era no serviço de recebimento de bagagens, essas importantes companheiras de viagem, com referências essenciais dos locais de origem de estrangeiros e brasileiros recém chegados. Em malas, baús, sacolas e arcazes eram transportados itens considerados importantes para a manutenção de ritos cotidianos, como alimentar-se, vestir-se e trabalhar, além de objetos definidores de identidades: fotografias, diários, itens sentimentais ou de rituais. Perdê-los de vista à chegada na Hospedaria era perder parte da própria história e porque não, todo um patrimônio. Acreditava-se que as bagagens vinham também impregnadas por bactérias e vírus transmissores de doenças. Para tentar minimizar esses problemas, um setor era responsável por sua recepção, desinfecção e redistribuição.


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